domingo, 26 de abril de 2009
Piadinhas - Só para iniciados...
As "melhores" piadas sobre viola
Porque as piadas sobre viola são curtas?
- Para os violinistas poderem entender
Como se diferencia um violista de um cachorro?
- Um cachorro sabe quando deve parar de arranhar.
Você já ouviu falar daquele violista que afirmava tocar fusas?
- A orquestra não acreditou e ele provou tocando uma.
Quando é que uma viola está tocando desafinada?
- Quando o arco se move.
Porque muitas pessoas adquirem aversão instantânea à viola?
- Poupar tempo.
Qual a diferença entre um cortador de grama e uma viola?
- Se for absolutamente necessário, pode-se utilizar o cortador de grama num quarteto de cordas.
Se você estivesse perdido no deserto, para quem pediria ajuda: a um bom violista, a um mau violista ou a papai noel?
- A um mau violista. Os outros dois são produtos da sua imaginação.
Porque as pessoas tremem de medo quando alguém entra num banco com um estojo de violino embaixo do braço?
- As pessoas pensam que ele carrega uma metralhadora e que pode usá-la.
Porque as pessoas tremem de medo quando alguém entra num banco com um estojo de VIOLA embaixo do braço?
- As pessoas pensam que ele carrega uma viola e que pode usá-la.
domingo, 19 de abril de 2009
Jet lag
Colocarei algumas idéias culinárias em prática. Quando eu voltar.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Boa pedida

Pinacoteca do Estado - Praça da Luz, Nr.2 - www.pinacoteca.org.br
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Handle with care

Na prateleira do meio estão exemplares que trouxe de longe: pimenta “Sechuan”, pimenta negra selvagem da África, “poivre long”, pimenta da Jamaica e pepperoncinni. Na parte de cima, pimenta branca de Punjab, que eu uso em alguns risottos muito especiais.
Mas não para por aí. Na geladeira contei seis vidros de pimentas diferentes. Tem de Minas, Goiás e Mato Grosso. Também tem umas brabas, lá da Bahia. E a estrela da minha “pimentoteca”: uma conserva que veio da fazenda de um amigo de Ribeirão Preto. A mistura de vários tipos de pimentas verdes, já tem uns nove anos e quanto mais envelhece, mais interessante fica, com sabores mais sutis, porém complexos. Sim, eu defendo a teoria de que boas pimentas melhoram com o tempo. Igual a certos vinhos, só que com a vantagem de poder abrir e fechar quando quiser. Infelizmente, quem preparou já faleceu e não passou adiante a fórmula secreta. Portanto, o potinho é único e eu só uso em pratos que realmente merecem (como o bobó de camarão da minha mãe, receita de gerações).

Outra coisa que faz sucesso por aqui é um molho de pimenta facílimo que preparo há muito tempo. Vários amigos já provaram, aprovaram e pediram a receita. Enfim tomei vergonha e medi a quantidade dos ingredientes, para poder publicar. Especialmente para aqueles que como eu, acham que pimenta na língua é refresco.

Meu Molho de Pimenta
Ingredientes:
- 12 pimentas dedo de moça maduras, lavadas e sem o “cabinho” (para um molho mais forte, pode-se adicionar algumas pimentas malagueta).
- 2 dentes de alho descascados.
- 100ml de azeite de oliva.
- 100ml de vinagre de vinho tinto.
- 100ml de massa de tomate.
- 2 colheres de café de sal.
Modo de preparo:
Bater tudo no liquidificador. Acondicionar em um pote de vidro e guardar na geladeira.
segunda-feira, 30 de março de 2009
Paraíba no prato
Segui a receita do chef Rodrigo Oliveira que copiei do come-se. Usei charque de fabricação própria, muito coentro e meu molho de pimenta, cuja receita prometo para o próximo fim de semana.
Baião de Dois
Receita do chef Rodrigo de Oliveira
Ingredientes:
- 5 dentes de alho.
- 30g de manteiga de garrafa.
- 1kg de arroz.
- 2 litros de caldo de legumes.
- 3 folhas de louro.
- 5g de colorau.
- Sal a gosto.
- 100g de toucinho defumado em cubos.
- 200g de charque dessalgado, cozido e desfiado.
- 1 cebola roxa picadinha.
- 1 pimentão verde em cubos.
- 2 tomates, sem as sementes, em cubos.
- 1 kg de feijão fradinho cozido e escorrido.
- 100g de queijo de coalho em cubos.
- Coentro (muuuito coentro!) a gosto.
- Cominho a gosto.
- 50g de manteiga de garrafa.
Modo de Preparo:
1. Numa panela grande, frite o alho na manteiga de garrafa e, antes de dourar, junte o arroz e mexa bem. Junte o caldo fervente, o louro, o colorau e deixe cozinhar em panela tampada, fogo baixo, até os grãos ficarem macios. Reserve.
2. Frite o toucinho em sua própria gordura e, quando começar a dourar, junte a lingüiça e a carne seca, mexendo por mais alguns instantes. Reserve.
3. Na mesma panela, aqueça rapidamente a cebola, o pimentão e os tomates.
4. Misture o arroz, as carnes reservadas, o feijão fradinho e o queijo de coalho. Acerte o sal. adicione o cominho a seu gosto e finalize com o coentro e a manteiga de garrafa.
Sirva com o molho de pimenta e uma cachacinha porreta. Finalize com uma boa soneca na rede.
domingo, 22 de março de 2009
Déjà vu
Sexta feira passada recebi dele várias revistas, a maioria bem desinteressante. Passei o olho rapidamente pela papelada, descartei o que era inútil e guardei o pouco que sobrou para o fim de semana. A surpresa foi uma “Revista Gula” publicada há quase nove anos! Achei ótimo. Tenho esta mania de fuçar revistas antigas, quando as encontro. Gosto de relembrar os estilos de escrita, fotografia e comunicação visual. De comparar o conteúdo do passado com o da atualidade. Ver o que foi modismo, o que virou tendência e o que veio para ficar. Me diverti com a Gula número 98, edição de dezembro de 2000:
- A linha de vinhos “Black Tower” ocupava anúncio de página inteira. Os vinhos da Marco Luigi também.
- A Josapar lançava suas “Variedades Mundiais” de arroz, na marca “Tio João”, ainda em caixa de papelão. Parece que deu certo. Os produtos ainda estão no mercado, só que em embalagem plástica. E eu continuo comprando.
- As receitas? Mais complicadas, com várias etapas e execução beirando o confuso. Quase cafonas. Muitos ingredientes, muita decoração nos pratos. As fotos, mais escuras e com luz artificial, na sua maioria inseridas em um cenário-contexto (ao contrário da tendência atual, mais “minimalista”, com muito close-up e luz natural).
- A linha “Almadén” contava com cinco varietais e dois reservas. Um ano depois viria a Pernod-Ricard com seus marketeiros e pesquisas, resolvendo reposicionar a marca...”top of mind” no passado, hoje ela anda sumida. Marketeiro é um perigo!
- Uma das reportagens (“Boa Mesa nos Céus”) fazia comparação entre os cardápios da primeira classe da British Airways, Air France, Varig (!) e Alitalia (!). Tive a oportunidade de conhecer o serviço das quatro empresas. Digo com conhecimento de causa: só o da British realmente tem classe.
- Ainda se anunciava Liebfraumilch. E neste aspecto nem tudo está perdido. Nem nas poires bocas livres se bebe garrafa azul. Evoluímos.
Daqui a uns dez anos quero encontrar outra velha revista que me conte: O que aconteceu com Ferran Adriá, Hervé This e sua gastronomia molecular? No que deu o esforço de Michael Pollan? Depois da linha de panelas Alex Atalla lançou também refirgeradores? O que se deu com a produção de vinhos no Brasil? A “ditadura” do estilo de Michel Rolland? Continuou? E os vinhos biodinâmicos?
Quem viver, lerá.
terça-feira, 17 de março de 2009
Alguém tem...
Outra pergunta: carne de leão harmoniza com Pinnotage sulafricano?
Pensando bem, melhor mesmo é abrir uma quitanda: o que tem de abacaxi e pepino aparecendo...